Psiquiatra Brasília DF

Como Ataques na Internet podem Causar Depressão?

Como Ataques na Internet podem Causar Depressão?

Sumário

Compartilhe esse conteúdo!

cyberbullying psiquiatra brasilia

“As pessoas se escondem atrás das mídias sociais e agridem as outras. É de uma maldade sem tamanho. Essa agressividade, um ato de racismo ou homofobia, tudo isso maltrata intensamente. E lidar com isso depende da resiliência, da capacidade de se adaptar às situações. Uma pessoa pode não suportar esse quadro de pressão”, pontuou o superintendente da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Algo tão comum atualmente, a exposição na internet abre as possibilidades de julgamentos injustos e críticas. “Quando está no pedestal, está exposto a ser idolatrado e criticado. Se não tiver resiliente, perde o controle. Se um jovem quer ser um digital influencer, tem de ser muito bem resiliente”, afirmou Fábio Barbirato, psiquiatra infantil da Santa Casa.

Barbirato também destaca que o ambiente digital, apesar de ajudar pessoas a exporem o que estão sentindo, pode, por outro lado, trazer informações perigosas sobre automutilação e suicídio, além de estimular essas práticas. Para isso, a atenção de pais e responsáveis pode ser determinante. “A faixa etária mais propensa a cometer suicídio é entre 14 e 24 anos. Se o jovem começa a se isolar, ter perda de prazer, de interesse no que gostava antes, e os pais percebem essa mudança de atitude, eles têm de estar mais ativos.”

De acordo com a Academia Americana de Psiquiatria da Infância e Adolescência, estima-se que até três milhões de jovens entre 6 e 17 anos vão apresentar sintomas de depressão. Até 80% experimentam pensamentos suicidas, e 35% tentarão o suicídio. Isso, segundo Barbirato, chama atenção sobre como o assunto deve ser identificado de maneira precoce. Assim, a procura por orientação profissional “sem estigma” agirá na prevenção.

Por: Epoca Globo

cyberbullying psiquiatra brasilia

“As pessoas se escondem atrás das mídias sociais e agridem as outras. É de uma maldade sem tamanho. Essa agressividade, um ato de racismo ou homofobia, tudo isso maltrata intensamente. E lidar com isso depende da resiliência, da capacidade de se adaptar às situações. Uma pessoa pode não suportar esse quadro de pressão”, pontuou o superintendente da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Algo tão comum atualmente, a exposição na internet abre as possibilidades de julgamentos injustos e críticas. “Quando está no pedestal, está exposto a ser idolatrado e criticado. Se não tiver resiliente, perde o controle. Se um jovem quer ser um digital influencer, tem de ser muito bem resiliente”, afirmou Fábio Barbirato, psiquiatra infantil da Santa Casa.

Barbirato também destaca que o ambiente digital, apesar de ajudar pessoas a exporem o que estão sentindo, pode, por outro lado, trazer informações perigosas sobre automutilação e suicídio, além de estimular essas práticas. Para isso, a atenção de pais e responsáveis pode ser determinante. “A faixa etária mais propensa a cometer suicídio é entre 14 e 24 anos. Se o jovem começa a se isolar, ter perda de prazer, de interesse no que gostava antes, e os pais percebem essa mudança de atitude, eles têm de estar mais ativos.”

De acordo com a Academia Americana de Psiquiatria da Infância e Adolescência, estima-se que até três milhões de jovens entre 6 e 17 anos vão apresentar sintomas de depressão. Até 80% experimentam pensamentos suicidas, e 35% tentarão o suicídio. Isso, segundo Barbirato, chama atenção sobre como o assunto deve ser identificado de maneira precoce. Assim, a procura por orientação profissional “sem estigma” agirá na prevenção.

Por: Epoca Globo

Ir ao Topo